Brasil, estou de volta (e já faz uma semana!)

Olá Brasil, olá vizinhos fanáticos por futebol que berram palavrões no meu ouvido, olá governo que quer faturar 1/5 dos rendimentos da minha empresa, e do meu suor!! Olá MEC que quer ensinar nossos filhos a falarem o Português todo errado, e ainda espera que a gente ache isso lindo e moderno! Sentiram  minha falta??? 😛

Faz uma semana que cheguei e nem dei as caras por aqui, né? Explico:

– Chegamos de viagem no sábado a tarde, exaustos e cheios de malas! No domingo foi dia das mães (que passei com minha amada e querida mãezinha), e segunda-feira viajei para Paraíso, onde fiquei a semana inteira, a trabalho.

Como aventura pouca é bobagem, fui logo emendando Paraíso em Montes Claros (o último destino foi a lazer), e só cheguei em casa mesmo ontem de tardezinha. Ou seja, do dia em que cheguei dos EUA até ontem, só dormi em casa uma única noite! (Como diria minha tia Fátima “Uma loucura!”)

Bom, vamos aos principais bafos da viagem de volta dos EUA:

Primeiro: fazer tudo caber nas malas, mesmo depois de termos adquirido um jogo de 4 malas ALÉM das que já tínhamos levado do Brasil.

– passar pela segurança dos aeroportos. A vontade que dá, é de viajar pelado e sem nada na mão… (muiiiiiito chatooooooo).

– a via sacra pra chegar em BH: New Bedford – Boston – Miami – São Paulo – Belo Horizonte.

Dá tchau pra América, dá? =(

– passageiros em apuros nos vôos Miami-SP e SP-Belo Horizonte. Na segunda situação, estávamos a menos de um metro do passageiro que sofreu um ataque epiléptico, e pudemos acompanhar a pronta e louvável resposta dos três passageiros-médicos a bordo, bem como o completo despreparo dos atendentes da GOL para lidar com uma situação REAL de emergência. #tragic

– o congestionamento nas filas de checkin do aeroporto de Guarulhos. (Copa 2014, aí vamos nós!)

– a implicância da segurança do aeroporto de Guarulhos com o tripé da minha câmera, alegando que poderia ser uma arma usada para “nocautear” o piloto, por exemplo. Detalhe: o tripé é de plástico e alumínio, super leve, e passou pela segurança dos aeroportos americanos. Meu braço é muito mais arma do que um tripé de câmera, logo, devo fazer check in do meu braço?? rssss

Maasss! Como dizia Elvis Presley: depois que passa, é tudo muito engraçado, não é? O que importa é que chegamos muito bem, sem malas perdidas, ou quaisquer outras emoções muito fortes!

Agora preciso arranjar um tempo pra organizar a bagunça de malas, roupas e objetos espalhados por todo canto, que ainda não receberam local designado na casa… (e pra falar a verdade, eu nem estou com pressa pra fazer arrumação nenhuma…rsss)

Até breve, New York!!

Meu ritmo de trabalho e viagens está bastante intenso neste mês de maio e por isso vou me esforçar para permanecer firme aqui no blog. Além dos tutoriais, quero dividir com vocês alguns assuntos mais complexos sobre os quais venho refletindo desde que cheguei dos EUA , como por exemplo, a idéia de família (o sonho mais íntimo e imutável do coração de Deus) a sensação de chegar em casa, do ponto de vista do Reino e do encontro com nosso Criador… ai ai! Mil coisas! 😀

Espero encontrá-los aqui muito em breve!

Bjkas =***

P.S. Ah! Depois de matar as saudades da família, amigos e clientes, a melhor parte de ter chegado ao Brasil até agora foi assistir ao Chaves ontem, e bem o meu episódio preferido: Acapulco!!

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Ahhhh… as tulipas em Nova York =)

O que dizer sobre NYC, a cidade que nunca dorme?? Muitas luzes, cores, vida e movimento… chega a chocar!

Principalmente nós que somos de Belo Horizonte, acostumados com um grande centro que na maioria das vezes se resume a um lugar onde vamos resolver problemas práticos da vida como documentos, contas e títulos… aquele destino-sacrifício, que a gente já sai de casa com vontade de voltar, com planos de gastar o mínimo de tempo possível naquelas ruas apertadas, cheias de pessoas apressadas e com pouquíssimas maneiras.

E é claro que em todo lugar do mundo vamos encontrar pessoas mal educadas e sem o menor senso de humor, dispostas e empenhadas a transformarem qualquer localidade no pior espaço possível para se estar.

Mas é que estou apaixonada pelo estilo de vida urbano que encontrei tanto em Boston como em NY…o dia-a-dia das pessoas regado a um café quentinho pela manhã, enquanto caminham até o trabalho, crianças, jovens e velhos sentados nas praças (na grama, ou nos banquinhos) lendo livros, conversando ou só olhando o movimento mesmo…

Pessoas fazendo exercício físico de short e tênis, se confundem no meio dos executivos de terno e gravata…

E o verde então?? Que quebra aquela hostilidade e frieza características dos centros urbanos… Ele agracia esse espaço, com toda intrepidez, e de maneira tão “enxerida”, se metendo num lugar onde o capitalismo toma forma e acontece em termos práticos. As tulipas são uma pequena amostra do amor e cuidado de Deus num lugar tão improvável, como se Jesus estivesse ali no meio dos parques, semelhante a um jardineiro cuidando das suas plantinhas, tranquiiilooooo e com esmero, enquanto a loucura da cidade acontece…

Sei lá… gosto do verde nos centros urbanos. Ele quebra a alienação do trabalho, como se fosse um verdadeiro lembrete de vida “ei, é preciso viver também”.

E algumas horas depois que deixamos NYC, tivemos a notícia da morte do Osama Bin Laden, morte tão comemorada na Times Square onde passamos o fim-de-semana.

Acho triste essa manifestação por parte dos americanos, que agora demonstram como a sede de vingança nacional foi saciada, ainda que não tenha trazido de volta as milhares de vidas ceifadas no atentado de 2001. Depois de 10 anos, coloca-se o dedo na ferida, o ódio re-acende, e os sentimentos mais primitivos começam a aflorar…

Enfim… hora de desligar a TV, ir brincar com os filhos, ler um livro, dar uma faxina na casa… and God bless America!

Bye-bye!

Maquiagem rápida e prática para noite!

Tem sempre aquele final de semana em que a gente nunca tem nada pra fazer… Daí você já veste um pijama, prepara a pipoca pra assistir aquele filme… e de repente alguém te liga convidando para um super programa que não dá pra perder de jeito nenhum!

Só que é sempre assim: todos já estão prontos, a caminho do local, e só falta você pra festa ficar completa!

Rá!!! O que fazer??? Você precisa se arrumar em tempo record, porque deixar os outros te esperando não é chique, além de ser muita falta de educação!

Bom, pensando em tudo isso (minha imaginação vai longeeeee) tenho uma sugestão rápida e prática pra compartilhar com vocês!


Espero que façam bom proveito, e que arrasem com olhos esfumados nesse fim-de-semana!

Ah! E para obter mais informações sobre os produtos usados, e sobre os serviços de consultoria de beleza da Mary Kay, clique no link https://dianasaid.wordpress.com/mary-kay/ , ou vá até o menu do canto superior direito do blog e clique em “Mary Kay” =)

Bom findi procês! Bjkas!  =***

Eu sou um com o oceano e suas criaturas…….. NOT!!

Mystic Aquarium / Connecticut

Parabéns pra você que adora os animais, e se interessa pelas criaturas mais bizarras, cheias de pernas e antenas que há no fundo do mar!

Quem me conhece sabe o p-a-v-o-r que eu tenho de todo e qualquer animal da classe dos artrópodes (meu pavor é tal que eu nunca me esqueci dessa aula de Biologia do prof. Clever na Sandoval!). E como a minha barreira está no fato de esses animais terem pernas demais pro meu gosto (e articuladas ainda por cima!!), costumo ter sérios problemas com aracnídeos e crustáceos em geral… tipo… muito sério messssmo. Sei lá! Sou mais amiga das focas, dos golfinhos…

Sobra até pro polvo que nem é da família…  Não gosto de muitas pernas. E sei também que Freud tem uma explicação pra isso… kkkkkkkk

Mystic Aquarium / Connecticut

Só que uma hora na vida, a gente tem que enfrentar nossos medos mais íntimos, e geralmente quando isso acontece, acontece em público… e você não pode dar escândalo ou vexame…

Logo quando fui convidada por essa família mais linda do mundo (Max, Diane, Elizabeth e Mathew) pra comer lagosta com eles na Páscoa, senti um súbito frio na barriga… “Meu Deus! Como será meu encontro com um de meus maiores arqui-rivais!!?? E ainda terei que comê-lo!!”

E você deve estar se perguntando: “Era só você ter falado que não gosta de lagosta!”. Mas aí é que está:

1) Eu nunca tinha comido lagosta pra poder dizer que não gosto. E pior: se alguém pedisse pra explicar porque não gosto da tal da lagosta, não ia ter a menor pista do que dizer… tipo “sei lá, não gosto porque acho a carne…. suculenta demais?”

2) Se eu dissesse de cara que não gosto, teria então que explicar minha aracno-crustáceo-fobia pra todos os presentes na hora do convite, e eu não estava exatamente pronta pra dividir tamanha intimidade minha ali, naquela hora…rsss

3) E a últma razão é: comer lagosta é chique, gente!! E eu queria experimentar essa “chiqueza” toda, mesmo tendo um medo terrível da lagosta! Vai ver era a hora mesmo de eu superar tudo isso em minha vida. kkkkk

Enfim! Nunca imaginei que eu fosse ficar a essa distância de um crustáceo, que eu fosse tocá-lo e ainda comê-lo! (A pobrezinha ainda estava recheada – e que delícia de recheio!!) Adorei brincar de comer lagosta, quebrar as patinhas, fazer bagunça e lambrecar tudo! Ela morreu pra nos proporcionar esses momentos de alegria! Vamos honrar a morte dela comendo toda a carninha que ela nos oferece! kkkkkk

Por isso eu digo: dê uma chance aos crustáceos!!!

Comer lagosta é muito chique! Mas superar medos de infância é mais ainda =)

Bye-bye!

O cuidado de Deus está por toda parte… Flagrante no centro de Boston!

Eu não sou exatamente aquele tipo de turista que gosta de passeios turísticos, com guia, história e mapas… Geralmente quando viajo, o que mais gosto de fazer é ficar meio sem rumo e sem programação pra poder explorar o lugar do meu jeito… (daquele jeito né: perdida, que sai pedindo informação pra todo mundo…rss)

Mas é que eu acho que só assim é possível viver o “ritmo” do lugar… Observar as pessoas, os grupos, ouvir um poquinho das conversas (mas com discrição, é claro…rss) e atentar para as diferenças e similaridades que os outros têm com a gente.

Especialmente estando num outro país, né… aí esse laboratório fica ainda mais interessante! 😀

Afinal, o que são os destinos senão as pessoas que moram neles? A despeito das belezas, construções e pontos turísticos, o mais interessante de todas as viagens (na minha opinião) são as pessoas… principalmente se tornarem nossas amigas! Daí a gente volta pra nossas casas com um saldo maior do que um tanto de fotos perto de placa, estátua e monumento.

Enfim… como é a primeira vez que saio do Brasil, sempre quis fazer esse exercício (que antes só dava pra fazer com a cabeça no travesseiro) de pensar em cada país, seu povo e sua cultura, como sendo especial e único para Deus. – E não é difícil ver uma pequena amostra do mundo inteiro em Boston, porque aqui tem gente de toda parte do mundo trabalhando ou estudando. – Cada rosto diferente que vejo (oriental, árabe, latino, etc…) fico pensando: “Deus criou essa pessoa, ama essa pessoa, Jesus morreu por essa pessoa, e conhece essa pessoa em toda a sua intimidade, ouve seus pensamentos, sabe das suas lutas e suas angústias, tem um plano pra vida dela que Ele criou e-x-c-l-u-s-i-v-a-m-e-n-t-e pra ela… Se existisse somente essa pessoa no mundo, Jesus teria vindo à terra morrer só por ela, porque Ele ama demais essa pessoa…”

E é impossível não engrandecer o nome dEle, porque Ele é um Deus que tudo vê, tudo ouve e tudo sabe. Ele não faz acepção de pessoas, nem entre rico nem pobre, nem preto, branco ou amarelo… Ele é o Senhor das nações, cujos joelhos se dobrarão diante dEle e cujas línguas confessarão que ELE é Senhor! Em todas as diferenças geográficas e culturais que podem existir entre os povos, nisso somos unidos e idênticos uns aos outros: no Amor incondicional do nosso Deus.

Campus da Universidade de Harvard

E fazendo esse exercício em Boston, o Senhor me deu o privilégio de flagrar uma das maiores demonstrações de Seu amor e cuidado para conosco (aleluias que minha câmera estava à mão!)… Para o protagonista do vídeo, cada dia é mais um dia de dependência da provisão e do cuidado de Deus. Este carinha não vive ansioso pela comida de amanhã, ajuntando e acumulando aqui e acolá… ele conhece o caráter do Seu Deus, e sabe que Ele é fiel, e não falhará nem hoje, nem amanhã, nem dia nenhum!!

Inspirem-se no vídeo e tentem desacelerar um pouco… Nosso Deus anseia por cuidar de você, nas coisas mais elementares da sua vida.

Passeios, manotas e diálogos divertidos em Martha’s Vineyard!

Tudo começou assim…..

Meu sogro, distinto pastor e teólogo que leciona em seminários, havia comentado conosco desde que chegamos aqui nos EUA, a respeito de uma igreja em Martha’s Vineyard onde o mesmo dá aulas a cada 15 dias, etc, etc, etc…

E no meio dos comentários, eu sempre ouvia uma história de tomar uma balsa e fazer a travessia (já que o destino em questão é uma ilha ao sul de Cape Cod), cujo acesso se dá majoritariamente pelo mar… Tá. Até aí tudo bem…

Na minha cabeça interiorana e muito “miqueira”, eu imaginei que a tal “balsa” era tipo uma embarcação simples, uma espécie de canoa (e pra exagerar, vou dizer ainda que pensei que tivéssemos que remar…kkkk), onde pudesse caber talvez umas 5 ou 10 pessoas de cada vez…rsss

Bom, só sei que os dias se passaram e acabei não compartilhando com ninguém essa impressão que tive, inclusive por acreditar que não tinha nada de errado com ela. Até o dia em que meus sogros nos convidaram para fazer um passei até a tal ilha……….

No dia do passeio, fomos nos aproximando do porto e logo comecei a sentir uma vergonha interna, ao me deparar com a balsa que nos levaria até Martha’s Vineyard! Vivi momentos de indecisão: “Conto ou não conto que achei que andaríamos de canoa??” Mas é lógico que pra divertir a família, eu acabei contando!!! kkkkk

Enfim! Essa é a “canoa” que nos levou até Martha’s Vineyard! Pausa para as risadas (………….)

Martha’s Vineyard é uma ilha predominantemente para veraneio, onde celebridades adoram passar suas férias como James Taylor, Barack Obama, Bill Murray, Bill Clinton, Meg Ryan, e por aí vai…

A ilha também é conhecida pela comunidade brasileira que vive lá e trabalha em sua manutenção, pontos turísticos, restaurantes e etc. E dentre estes brasileiros, conheci uma turminha muiiiiiiito bacana e especial! Pastor Eduardo, sua esposa Beth e seus filhos Josafa, Asaf, Abraao e Agatha. Embora a família seja brasileira, os filhos nasceram nos EUA e falam Inglês e Português! A coisa mais fofa desse mundo!!!!!

E lá estavam eles, depois da travessia na “canoa”, nos aguardando na van da alegria pra levar todo mundo pra passear =)

Quando as crianças me viram (2 gêmeos de 7 anos e um pré-adolescente de 11), do lado de fora da van eu já escutei a confusão e todo mundo falando (exceto o de 11 anos, por razões óbvias) “I wanna seat on the girl’s lap” (Quero sentar no colo da menina).rss

Por fim, viramos todos melhores amigos do mundo! E os diálogos ficaram cada vez mais engraçados, porque na cabecinha deles, eu era irmã mais nova do Dalton (meu marido), de 12 anos! rss

DIÁLOGO 01:

Fomos à casa da família, para buscar algumas coisas… Ao sair do carro, um dos gêmeos me pergunta:

Josafa: Com’on! Let’s play outside (Vamos lá! Vamos brincar lá fora!)

Diana: Oh no, I’m too old to play outside (Ah não, estou muito velha pra brincar!)

Josafa: No you’re not! You’re like… 12 years old?? (Não é nada! Você tem uns…. 12 anos??)

DIÁLOGO 02

Dentro do carro, a caminho de Gay Head, peguei minha câmera para verificar a bateria, e os dois vieram quentes querendo ver fotos e brincar com a câmera. Daí eu disse:

Diana: This camera is for adults only. Don’t touch it. (Essa câmera é pra adultos. Não toquem nela)

Asaf: But you’re not an adult. (Mas você não é adulta)

DIÁLOGO 03:

Asaf: I want to kiss you. (Quero te dar um beijo)

Dalton: Who wants to kiss my wife? (Quem quer beijar minha esposa?)

Asaf: Can I kiss your wife? (Posso dar um beijo na sua esposa?)

DIÁLOGO 04:

Asaf: Are you married? (Você é casada?)

Diana: Yes, I am. (Sim, sou)

Asaf: But I wanna marry you. (Mas eu quero casar com você)

Diana: But I’m already married. I do even have a wedding ring, look. (Mas eu já sou casada. Inclusive tenho até aliança, olha).

Asaf: Well, then I guess I’ll just marry somebody else. (Bom, se é assim, vou casar com outra pessoa então).

A mãe dessa turma toda (inclusive desse bebê – Agatha – mais fofo do mundo!) é a jovem de casaco xadrez, Beth, super querida, alto astral e simpática! Adorei passar o dia com eles!! =)

Anteontem fomos a Boston e conhecemos o campus da Harvard… Deixarei para falar melhor sobre Boston mais pra frente depois que voltarmos lá novamente.

Uma coisa que observei, é que as meninas aqui estão usando muito coques altos (daqueles bem estilo Cindy Lauper)… eu adorei! Adoro essas coisas extravagantes…

Acho que o próximo tutorial de cabelo poderia ser sobre coques (não só os extravagantes, mas os clássicos para o trabalho e ocasiões mais formais). O que acham?

Já filmei um tutorial de maquiagem com minha câmera nova, mas não gostei da luminosidade… ficou muiiiiiito claro para o meu gosto, além de o ângulo não estar muito nítido :/ Depois que eu editar, resolvo se posto ou não…

Bom, pessoal… É isso aí! Até a próxima! =***

P.S. As imagens de todas as pessoas nas fotos foram utilizadas com a permissão das mesmas.

P.S. Mantive os diálogos em Inglês também a pedido dos meus amigos americanos que acompanham o blog 🙂

A maneira como eu aprendi Inglês

Existem algumas perguntinhas que as pessoas me fazem com bastante frequência, principalmente quando acabam de me conhecer =)

Fiz um elenco das perguntas campeãs (que não têm muito a ver com o assunto do post) só pra dividir com vocês um pouco da diversão…rs

São elas:

1) Quantos anos você tem?? 16?? (inclusive na Polícia Federal do aeroporto de Guarulhos, a fiscal me chamou de “bebê”.rs)

2) Por que você come tanto e não engorda?? (essa vocês já conhecem)

3) Por que você casou tão nova?? (vide post “O casamento e o tempo de Deus”)

4) Suas unhas são de verdade ou postiças?? (as crianças principalmente gostam de me fazer essa pergunta…rs)

5) Seu pai e sua mãe são altos? (tipo querendo entender porque eu saí deste tamanho)

6) Quando você pensa em ter filhos?? (quando eu namorava, me perguntavam quando eu pensava em casar, agora que estou casada, me perguntam quando penso em ter filhos, e quando eu tiver o primeiro filho, certamente me perguntarão quando eu penso em dar um irmãozinho para o primeiro filho…rsss)

E por último, a pergunta que brasileiros e americanos me fazem sempre, e que também ilustra o assunto central deste post: “Como você aprendeu Inglês??”

De maneira geral, a expectativa das pessoas é ouvir respostas que se resumam a uma mega e dispendiosa escola de Inglês, ou a anos de vivência intensa em países de língua inglesa – que são as fórmulas mais comuns do imaginário daqueles que almejam falar o idioma fluentemente.

A verdade, entretanto, é que o aprendizado de qualquer coisa nessa vida não se dá sem a devida proporção de esforço e dedicação pessoal, independente das excepcionais oportunidades a que uma pessoa possa ter acesso, como estudar numa escola cara de métodos avançados, ou viver no exterior por algum período de tempo razoável.

Isso inclusive me faz lembrar dos ensinamentos do meu pai (muito criticados à época por amigos e parentes) sobre o sumo-hábito de se estudar fora da escola, pelo menos uma hora todos os dias, quando estamos em casa ou de férias. (Meu pai era mesmo um sábio muiiiiiito a frente do seu tempo! rs)

Nos tempos de escola, meu pai nos ensinava a abrir os livros e cadernos em casa, já depois da aula, para re-estudarmos o conteúdo ensinado pela professora em sala, naquele mesmo dia. Para finalizar e selar o aprendizado, ele mesmo providenciava uma bateria robusta de exercícios e atividades referentes ao assunto estudado, eliminando inclusive qualquer possibilidade de embromação! Lá em casa não tinha moleza! rsss

E quando penso neste método que meu pai nos ensinou face aos tempos que vivemos hoje, observo como já não é mais aceitável e cabível um aluno que terceiriza demasiadamente sua responsabilidade de aprender e adquirir conhecimento. Muitos chegam a passar uma vida inteira gastando dinheiro em cursos e métodos diversos, sem qualquer resultado significativo que valha o investimento, devido principalmente à falta de disciplina nos estudos em casa.

Eu, por exemplo, devido à minha fascinação pelo Inglês, fiz do aprendizado (que nunca abandono, estou sempre estudando o idioma) uma parte integrante da minha vida. Estudei numa escola que nem existe mais durante 6 anos, passando pelos niveis de praxe até a graduação, e intensifiquei a fluência incorporando livros em Inglês à minha literatura, e filmes/seriados americanos sem legenda às minhas atividades de entretenimento.

Debora Bean (Professora Particular de Inglês) Contato: debsaid@gmail.com

Como sou adepta à opinião de que esquentar banco de escola não garante fluência no idioma, aí vão algumas dicas meio “alternativas” que venho usando para manter o Inglês em dia e na ponta da língua!

1) Se você ainda estuda Inglês num curso particular, por exemplo, nem pense em passar a semana em branco até a aula seguinte. Faça os exercícios que o professor deixar religiosamente, leia os textos, faça anotações e separe as dúvidas para perguntar ao seu professor na próxima aula.

2) Dê preferência ao dicionários inglês/inglês ao invés do inglês/port/inglês. O dicionário inglês/inglês te força a entender o significado de uma palavra através do entendimento de outras palavras em inglês. É aprendizado em dobro 😉

3) Tenha um thesaurus (basicamente um “dicionário” de sinônimos), que auxilia muito no enriquecimento de vocabulário. Toda vez que for escrever uma redação, por exemplo, use o thesaurus para brincar com as palavras e não se limitar aos termos que você já conhece e usa constantemente.

4) Perca a vergonha e solte a língua! Ao fazer os exercícios, repita as frases, termos e expressões em voz alta diversas vezes, e marque no seu livro com uma espécie de “acento”, a sílaba mais forte. Ex.: cómfortable (a sílaba mais forte é “com”, então marquei um acento em cima dela).

5) Treine os seus ouvidos com filmes e seriados em Inglês. Eu pessoalmente prefiro o seriado ao filme, por ser mais curto, e por ter variedade de assuntos de um episódio pra outro. Se for um seriado de humor, melhor ainda! Por que daí você tem que entender a piada pra poder rir junto! kkk

Nem pense em legenda em Português! Assista uma vez ao episódio inteiro com legenda em Inglês (use fone de ouvido pra ouvir mais claramente, sem ruídos); na sequência assista ao mesmo episódio sem legenda em Inglês, e quantas vezes forem necessárias até você entender tudinho o que os personagens estão falando. Eu pessoalmente tenho obsessão por seriados, e chego a decorar as falas de cada personagem!

Sugestões de seriados:

The Office US (pra quem quer aprender um Inglês mais corporativo, e ainda dar muitas risadas, é o ideal!)

Everbody Hates Chris (aquele Inglês do dia-a-dia que se usa em casa, com a família, na escola, com os amigos… )

Lost (eu sei que o seriado já acabou, e teve aquele fim esquisito, mas o Inglês culto e erudito do Ben Linus, somado às gírias e zombarias do Swayer, fazem o “reassistir” valer a pena!)

6) Leia livros em Inglês (livros de verdade, de autores de verdade.rs) com um dicionário inglês/inglês do lado, caderno e lápis pra anotar TODAS as palavras que você teve que procurar no dicionário. Se você não anota, você não lembra depois… Você vai ver aquela palavra mil vezes, e mil vezes terá que olhar no dicionário.

Eu não só anoto, como repito em voz alta várias vezes no meio de uma frase com um contexto que eu invento na hora, pra fixar e não esquecer mais.(Não tenha medo de parecer ridículo! rss)

Tire os livros e cd’s da gaveta e conheça sua capacidade aprender! Sei que as dicas são meio malucas, mas te ajudam muito a explorar o potencial que nem você sabe que tem!

Mãos a obra!! =)

Bjkas! =***