O tempo precisa passar pra você…

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Em novembro deste ano, mais precisamente no dia 22, meu marido e eu completaremos cinco anos de casados! “Não foram cinco horas, nem cinco dias, nem cinco meses!” (escrevi entre aspas porque tomei estas palavras emprestadas da minha avó!!)

Foram cinco anos, e cinco anos é muito tempo. Muito tempo pra quem cursa uma graduação de Direito, por exemplo, ou pra quem aguarda o desfecho de um caso complicado que se arrasta nas instâncias da justiça, ou, mais duro ainda, pra quem espera com dor e sofrimento por um procedimento cirúrgico na fila do SUS.

Mas pra mim, e eu sei que o que vou dizer é bem previsível e clichê, cinco anos passaram voando!  

Prova disso são os eletrodomésticos da casa que começaram a estragar todos de uma só vez e ao mesmo tempo (#obsolescênciaprogramada), realçando a maior e mais implacável consequência da ação do tempo sobre as coisas: a deterioração.

Às vezes a gente só percebe que o tempo passou através da observação de uma evidência física de que ele passou, e não exatamente através da sensação de sentir o tempo passar.

E a deterioração, sendo uma dessas evidências físicas que nos permite constatar a ação do tempo, pode estar manifesta nas coisas – que por definição tem dia e hora pra acabarem – ou, mais distintamente, nas pessoas e nas relações estabelecidas entre elas.

A diferença, entretanto, é que sobre as coisas, o tempo pode ser pouco manobrado. Ora, é basicamente improvável que alguém possa impedir ou interferir de alguma forma na degradação espontânea de qualquer tipo de matéria.

Já sobre as pessoas e sobre as relações humanas, ou seja, sobre tudo o que tem o sopro de Deus, o tempo pode ser subjugado de uma maneira tão formidável, que a evidência de sua ação deixa de ser a deterioração, e passa a ser o contentamento.

Quando uma pessoa finalmente se contenta com sua vida de uma maneira geral, é sinal de que, pra ela, o tempo passou. E veja bem: “se contentar” não é o mesmo que se acomodar ou se entregar à mercê da sorte como muitos pensam ser. (e por isso acabam empregando a palavra de um jeito completamente equivocado.)

Contentar-se com a vida é estar contente com a vida. Contentamento tem a ver com prazer e satisfação. Tem a ver com estar satisfeito com o que se é, e com o que se tem ali naquele momento, independente de como foi no passado, ou de como desconfiamos que vá ser no futuro.

E justo quando atingimos este estado de espírito e mente, conseguimos então encontrar a motivação – e  não a ansiedade – para melhorarmos naquilo que precisamos, e também para celebrarmos a vida e as relações que ela estabelece.

Inclusive, pra nós mulheres, o contentamento é o ponto de equilíbrio perfeito pra que possamos celebrar tudo aquilo que, por influência e consumo de uma mídia destrutiva, não conseguimos celebrar: nossa imagem e nossas relações afetivas.

Porque parece que existe uma força conspiratória que rouba nossa capacidade de enxergar o que a gente e os outros tem de bom, sabe? A gente só quer saber de gongar o namorado, o marido, as amigas, o chefe, os colegas de trabalho… e, claro, nós mesmas.

Uai, quem não sabe apreciar os outros, dificilmente consegue apreciar a si mesmo, ou vice-versa.

Sei lá… meu receio é que pra muita gente e pra muitas relações, o tempo pode estar passando e deixando como evidência de sua ação a deterioração e não o contentamento.

E estar contente é tão melhor do que estar deteriorado… Exaltar é tão melhor do que desmerecer. Ter prazer e satisfação é tão melhor do que só reclamar dos outros e da vida…

É tão melhor que até vale a pena se esforçar um pouquinho mais do que a média, pra que em troca do nosso esforço, talvez o tempo se agrade de ser um tanto mais gentil e benevolente para com nossas vidas… Preservando assim nossa beleza, juventude, energia e disposição, que além de muito essenciais, são os elementos que nos mantem produtivos e não nos deixam morrer.

Deixe o tempo passar, mas escolha você a evidência de sua ação.

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Guest Post que escrevi a convite da Badulakit, no blog da marca http://badulakit.wordpress.com/ em 28 de Maio 🙂

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Alguns princípios básicos para resolver os conflitos das relações

Antes de virarem manchetes de jornais, acredito que muitos casos de violência começam como pequenos conflitos triviais: um troco errado que em poucos minutos evolui para um homicídio, uma fechada no trânsito que termina em espancamento, ou, quem sabe, duas colegas de classe que nunca se falaram, mas que por causa do afeto por um mesmo rapaz, viram notícia do Cidade Alerta depois de se enfrentarem na saída do colégio.

Não importa a idade, o cenário e muito menos ainda o motivo.

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Os conflitos se instalam, sobretudo pela convicção que todas as partes envolvidas carregam, de que seus direitos e interesses estão sob fatal ameaça… Importa o que eu quero, o que eu preciso e o que eu penso… porque se nada disso importasse, certamente não existiriam conflitos em nenhuma parte do mundo, certo?

Ora, se eu renuncio o que eu quero, o que eu preciso e o que eu penso; minha necessidade de prevalecer sobre os outros se desvanece, e antes mesmo que eu me indisponha com quem quer que seja, já estou convencido e inclinado a ceder.

E este, pra mim, é o primeiro princípio para se resolver um conflito: evitá-lo. [sempre que possível, porque alguns conflitos precisam ser vividos, porém de maneira supervisionada e consciente.]

A tática do *alguém tem que ceder* pode ser aplicada antes mesmo que o conflito se instale! Interprete os indícios com antecedência, e mude o curso da história enquanto há tempo: abaixe o tom de voz, sugira outro assunto, ou melhor ainda, ouça e tente compreender o interesse da outra (s) parte (s).

Antes mesmo de você pensar em si próprio e considerar suas próprias razões, é sempre bom (além de muito educado e cortês!!) ouvir com atenção e tolerância os interesses dos outros, em primeiro lugar, mesmo que estes *outros* não mereçam ou não venham a usar da mesma gentileza para com você posteriormente.

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Acredito que em todas as culturas – das mais primitivas às mais desenvolvidas – o ato de ouvir é sempre considerado mais sábio do que o ato de falar. E este é o segundo princípio a ser aplicado quando estamos diante de um conflito iminente ou já instalado: ouvir em silêncio.

Porque ao ouvir em silêncio, você não somente conquista o respeito dos outros, como também “se compra” um pouco de tempo para fazer uma ampla e estratégica leitura da situação. E é a partir desta leitura que você – e não o outro que está falando desenfreadamente motivado pelo desejo de prevalecer –  passa a assumir o controle do conflito.

É você quem irá determinar se o conflito pára ou continua. Se for parar por ali mesmo, não precisa de muita técnica… Mas se for continuar, é importante aplicar aqui o terceiro princípio: siga o conflito de maneira organizada e consciente.

Na minha opinião, a gente deve saber escolher nossas brigas. Alguns conflitos existem apenas para expor o lado negro das pessoas e destruir as relações pessoais. Outros, entretanto, podem produzir grande crescimento para todas as partes envolvidas, fortalecendo ainda mais os laços de amizade, comunhão e afeto. Naturalmente, estes são os conflitos que valem a pena. 🙂

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EM PRIMEIRO LUGAR, não importa quão certo e cheio de razão você acredite estar – jamais se sinta no lugar ou no direito de impor a sua verdade. Do contrário, o conflito deixa de ser produtivo e passa a ser um mero bate-boca que com certeza não vai chegar a lugar algum.

EM SEGUNDO LUGAR, não ridicularize ou menospreze a opinião ou postura dos outros. Encare o discurso das outras pessoas como uma oportunidade de conhecer e aprender um pouco mais sobre a mente humana… Lembre-se que ninguém ali te elegeu o mestre, ou o professor ou o dono-da-razão, pra que você se ache numa posição privilegiada de julgar e criticar os outros.

EM TERCEIRO LUGAR, quando a palavra estiver com você, tente fazer uma breve análise da postura e opinião de quem acabou de falar, destacando seus pontos positivos e negativos. Nunca destaque somente os pontos negativos pra que seu discurso não seja invalidado, por ser um discurso parcial e tendencioso. Mesmo que você esteja declaradamente fazendo oposição àquela pessoa, ainda assim existe muito espaço para ser verdadeiro e tolerante…

Exemplo: “Olha, fulano, vejo que sua preocupação com a situação tal é muito sincera e verdadeira, e eu admiro isso. Mas infelizmente, eu tenho uma postura diferente que eu gostaria que você ouvisse e considerasse, se possível.”

EM QUARTO LUGAR, ninguém poderá sair deste conflito desmoralizado ou ferido. Normalmente, como a maioria dos conflitos que vivemos envolvem amigos, colegas de trabalho, vizinhos e familiares, não podemos jamais conduzir um conflito pelo caminho da raiva e descontrole. Tratam-se de pessoas que amamos, com quem convivemos de perto e a quem não podemos desejar ou infligir mal algum!

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Porque inevitavelmente, a convivência levanta questões que podem em algum momento terminar em brigas e discussões… é natural e até esperado. Mas eu penso que uma relação não pode sucumbir a isso! E o caminho é sempre treinar a maneira como vamos conduzir o conflito pra que ele tome a direção dos bons frutos, e não a direção do ódio ou retaliação.

O final feliz e perfeito de um conflito não é ver que todos de repente passaram a ter a mesmíssima postura e opinião. É ver que ninguém virou a cara pra ninguém, mesmo depois de tantas diferenças expostas! Vão-se os conflitos, e ficam as pessoas, o carinho das relações, e sobretudo a consideração!

Pode até ser que algum dia, os personagens de um conflito cheguem a uma mesma conclusão e pensamento! E este será um grande dia para se comemorar e festejar! Mas enquanto este dia não chega, vamos parar com isso de ficar colocando o dedo na ferida sem necessidade, jogando indiretas e provocações que só geram ainda mais repulsa e oposição!

Porque às vezes os resultados demoram mais do que a gente está disposto a esperar, mas uma coisa é certa: a oração, o amor, e o testemunho de Jesus, vencem tudo 🙂

Na prática, devo falar tudo o que penso? Uma visão diferente a respeito da sinceridade.

Em julho do ano passado, quando minha irmã estava no auge dos preparativos para seu casamento, lembro-me bem do dia em que saímos batendo perna pela cidade a fora, resolvendo aquela típica agenda de noiva, que basicamente se resume a: vestido, decoração, lembrancinhas, vestido, vestido e vestido 😀

Daí quando justo paramos pra ela fazer a última e tão aguardada prova do vestido, logo que coloquei os pés na loja, notei a presença de uma cliente muito jovem e bonita, (aparentemente acompanhada da mãe e da irmã), que parecia estar em sua primeira pesquisa da rota infinita de modelos, acessórios, preços, etc…

Enquanto minha irmã se trocava, fiquei observando as opções de vestidos que a vendedora pacientemente trazia pra moça, e não pude deixar de notar que nenhuma delas lhe caía bem… sei lá! Sabe quando a pessoa veste uma roupa e você olha e a primeira coisa que te vem à cabeça é: pode tirar que não tá bom, MESMO!

Então, tipo isso…

Só que a singeleza da moça era tanta e tamanha, que tudo o que ela vestia fazia seus olhinhos brilharem ali na frente daquele espelho, como quem já estivesse 100% satisfeita só por estar se casando com um vestido branco de noiva! Dava pra ver isso nela, e isso me comoveu muito…

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Me comoveu tanto que, na minha cabeça, eu imediatamente comecei a confabular uma maneira adequada e gentil de dizer a ela que aqueles modelos não estavam à altura de sua beleza e perfil. Na verdade, meu desejo não era exatamente falar com ela (até por que não queria me passar por intrometida e sem noção). Meu real desejo era fazê-la saber que suas possibilidades eram muito maiores do que as que lhe tinham sido apresentadas até aquele momento.

Foi quando eu entendi que não era meu lugar ou direito (mesmo que minhas intenções fossem as melhores do mundo) abrir minha boca se não fosse pra elogiar. E fiquei esperando que ela vestisse um modelo bem lindo, pra que talvez através do meu elogio pontual, ela pudesse entender (de maneira subliminar??) que os modelos anteriores não eram tão bonitos como a vendedora, a mãe e a irmã diziam o tempo todo que eram.

E o que aconteceu foi exatamente isso: num determinado momento, ela experimentou um vestido m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o, (que por falta de conhecimento técnico eu infelizmente não vou saber descrever), com um corte e caimento tão perfeitos que ela mais parecia uma princesa da Walt Disney! 

Ela ficou simplesmente sublime no vestido, e naquele momento eu me senti muito confortável pra dizer: “Moça, você está parecendo uma princesa da Walt Disney! Este vestido ficou perfeito em você!! Parabéns!!”

A sensação de vitória e alívio foi grande, sobretudo porque em poucos minutos de dilema ético, eu finalmente consegui encontrar um caminho alternativo pra expressar minha sinceridade através de um elogio, e não de uma crítica.

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E eu sei que provavelmente vocês devem achar que hoje, passados quase oito meses, eu me encontre aqui, contando essa história como quem conta bons feitos, cheia de orgulho e realização pessoal por ter triunfado com minha sinceridade. Quando na verdade, eu sei que faria tudo bem diferente se fosse o caso de voltar nesta situação outra vez.

Porque por trás da sinceridade podem existir muitas motivações. No meu caso e em diversos outros, a motivação que sempre leva à postura e ao discurso sincero, é aquela clássica pretensão de achar que sabemos o que é melhor para os outros.

Não que eu considere errado a gente saber ou querer o que é melhor para os outros. Inclusive, pode até ser que em situações pontuais, um ato de sinceridade da nossa parte venha a genuinamente salvar uma alma, confortar um coração aflito e até mesmo dar um choque de realidade em quem padece pelas muitas máscaras e mentiras.

Mas, em contrapartida, quando o mundo inteiro se convence do potencial positivo da sinceridade;  o que antes era uma manobra voltada para o bem maior que é a vida e o ser humano, de repente vira uma prerrogativa para que crianças, adolescentes, jovens e idosos saiam por aí proferindo o que gostam de chamar de “opinião” ou “atitude”, mas que no fundo são impressões distorcidas pela realidade em que vivem.

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E eu digo prerrogativa, porque por trás dessa “pseudo” postura sincera, existe um ser humano comprometido exclusivamente com seu desejo de abrir a boca e transbordar sua frustração com alguma coisa da vida, sem nenhum compromissozinho com o objeto da sua sinceridade, com a outra vida, com o outro ser humano.

Por isso eu sempre falo que a sinceridade é como uma arma de fogo: se cair nas mãos erradas, dá até morte. Assim como a arma de fogo, a sinceridade é  pra quem sabe usar, e pra quem está disposto a responder  pelos efeitos que ela pode causar. Não é pra criança, não é brinquedo, e não pode ser usada deliberadamente.

Sobretudo por que, mais uma vez comparando com a arma de fogo, muitas pessoas usam a sinceridade como um meio de confronto e humilhação.

E, honestamente, este  tipo de sinceridade que é inclusive o hit do momento nas redes sociais, eu vivo a ignorar e fingir que não existe. Algumas pessoas chegam a me testar, pedindo opiniões, exigindo que eu me posicione e me pronuncie sobre determinados temas…

Mas, gente: opiniões e posicionamentos que não edificam o mundo e as pessoas,  são apenas opiniões e posicionamentos. De que vale isso???

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Deus sabe a dureza de várias opiniões que eu tenho e que guardo só pra mim, pra que pela misericórdia dEle, eu venha a ter oportunidade de mudá-las enquanto ainda habitam somente o plano das idéias. Porque “a palavra lançada não volta mais”.

Muitas pessoas se agarram à “sinceridade”  por medo de parecerem mentirosas ou hipócritas diante de outras pessoas, situações e acontecimentos… Mas eu penso que quando deixamos de falar o que realmente pensamos, não estamos omitindo uma verdade simplesmente por omitir. Estamos fazendo a escolha consciente de talvez  amadurecer  aquela idéia um pouco mais e, quem sabe, até mudá-la ou formulá-la melhor antes de emití-la.

Na verdade, a história da moça e do vestido de noiva serviu apenas como um pano de fundo pra examinarmos melhor nossas motivações…

Sei que o mundo já está cheio de hipócritas e mentirosos, mas não acho que este mau uso da sinceridade vá salvar as pessoas e restaurar as relações. Não sou dona da verdade, mas quis compartilhar este olhar diferente…

ENTREVISTA DE EMPREGO: Quatro princípios simples e práticos para se sair bem!

Uma das melhores sensações na vida de um profissional, sem sombra de dúvidas, é poder ser recebido para uma entrevista de emprego naquela empresa tão admirada e sonhada.

Em outras circunstâncias, quando tudo o que queremos é mudar  de emprego ou retornar ao mercado de trabalho, não tem nada mais animador do que finalmente receber aquele retorno positivo sobre um currículo enviado com tanta esperança (e com muita torcida pela chance de uma entrevista e – quiçá – de uma contratação)!

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Bom, seja resultado de um contato espontâneo da empresa recrutadora, ou do envio prévio de um currículo por parte do próprio profissional, uma coisa é certa: a entrevista de emprego pode ser o evento determinante para um sim ou para um não.

Porque é no momento da entrevista, que o candidato tem a oportunidade de endossar não só as informações descritas em seu currículo, mas também o seu perfil e ambições profissionais, suas expectativas para o cargo em questão e, principalmente, suas principais competências técnicas e comportamentais.

Sendo assim, é importante que saibamos tirar o máximo de proveito e vantagem daqueles minutos de entrevista, para que não percamos uma oportunidade de trabalho pela incapacidade de expor e articular nossas  experiências e méritos enquanto profissionais.

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E foi pensando justamente nisto (e por ter alguma vivência como candidata e também como entrevistadora), é que resolvi reunir neste post alguns princípios básicos, que podem te ajudar a elaborar uma postura e um discurso apropriados no momento da entrevista de emprego. 

Em primeiro lugar, você deve entender que uma entrevista de emprego NÃO É: 1) um jogo onde o vencedor é aquele candidato que mais falou o que o recrutador queria ouvir, ou 2) um teatro em que o candidato é avaliado por sua capacidade de dar as respostas prontas e decoradas para cada tipo de pergunta.

A entrevista de emprego é um contato pessoal agendado e programado para que a empresa conheça melhor os candidatos às suas oportunidades, para além de seus currículos e testes psicológicos. Por isso, o primeiro princípio a ser observado  antes de qualquer coisa é: AUTO-CONHECIMENTO.

Porque se você não se conhece como pessoa e profissional, dificilmente você saberá como fornecer ao recrutador as informações que ele precisa para avaliar seu perfil. Ou seja: você pode ser um mega-profissional-qualificado-preparado, escondido atrás de um candidato inseguro que infelizmente não sabe definir quem é ou explicar a que veio.

Um excelente exercício de auto-conhecimento é reservar algumas horas ANTES da entrevista, para ir anotando aspectos importantes da sua pessoa, trajetória profissional, projetos já realizados, planos para o futuro, competências, pontos-fracos a serem trabalhados, vícios de comportamento, defeitos, etc.

Se você souber exatamente quem você é, suas chances na hora de se auto-promover serão ainda maiores.

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O segundo princípio é CONHEÇA A OPORTUNIDADE em questão, para saber exatamente como explorar e promover o seu perfil profissional. Explico: se a vaga é para o setor administrativo da empresa, você deve ressaltar suas competências para atuar como um profissional do setor administrativo: foco, disciplina, concentração, atenção, orientação de processos, resultados, etc.

Não adianta você tentar promover competências como: comunicação em três idiomas, visão-macro-estratégica, administração de conflitos, pós-graduação na melhor universidade do estado, etc, etc…

Porque se você começa a promover uma série de competências que são Ó-T-I-M-A-S, mas não tem aplicação prática dentro da oportunidade que a empresa está oferecendo, com certeza a imagem que vai ficar é a de que você é um profissional potencialmente caro demais e com nível muito acima para atuar naquela vaga.

Por isso lembre-se: fale de você de forma sucinta, e apresente um pouco de cada uma das suas competências, dando ênfase àquelas fundamentais à atuação dentro da oportunidade em questão.

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O terceiro princípio é na verdade um princípio de vida: NÃO MINTA. Mentira tem perna curta e é queimação de filme pra quem conta. Já vi casos em que o candidato mentiu o nível de Inglês durante a entrevista, e quando aplicamos o teste, o nível que ele dizia ser “inglês fluente”, não passava de intermediário.

Se o recrutador apontar uma competência ou qualificação que você não tem, ou ainda está desenvolvendo, fale a verdade“Ainda estou estudando e me descobrindo nesta área.” “Não me considero fluente, mas tenho facilidade na comunicação deste idioma.”  “Esta não é uma área que eu domine, mas tenho interesse em aprender”.

Mentir nunca é uma opção. Mesmo diante da mais temida e previsível pergunta: Qual o seu principal defeito? 

Porque o recrutador não está em busca de alguém perfeito, que saiba tudo e só tenha qualidades. Chega a ser cômico ouvir – “Meu pior defeito é que sou muito perfeccionista” – quando na verdade o candidato deveria citar um real defeito que tem como pessoa e profissional.

Ansiedade, dificuldade para trabalhar em equipe, mau-humor de manhã (#quemnunca),  indisciplinado, tem preguiça de ler, não gosta de ensinar, é nervosinho, sempre acha que tem razão, etc. Estes são alguns exemplos de defeitos que muitos de nós temos e podemos sim citar durante a entrevista como algo que estamos buscando melhorar e aperfeiçoar como seres humanos.

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O quarto e último princípio é: FAÇA O DEVER DE CASA. Conheça a empresa, leia um pouco sobre o seu negócio, cuide da apresentação pessoal e, principalmente, não assassine a língua portuguesa.

Nenhum candidato é avaliado por sua capacidade de usar um vocabulário erudito e rebuscado… mas a língua culta padrão, todo cidadão tem a obrigação de conhecer e dominar.

A linguagem bem empregada é uma forte aliada nos principais acontecimentos de nossa carreira. Estabeleça uma ordem e sequência de fatos, e saiba contar sua história de forma leve e interessante, para quebrar o gelo e conquistar a atenção do seu recrutador.

Lembrando que entrevista de emprego não é sessão de terapia, em que você deve desabafar sobre a vida ou reclamar do seu atual/antigo chefe, do marido, dos filhos, etc.  Não tente se promover às custas dos outros, criticando ou denegrindo a imagem de um colega de trabalho, por exemplo.

O foco da entrevista é você como profissional e o que você tem a oferecer para o cargo e para a empresa. Se oriente neste sentido, e não tenha medo de interagir com o recrutador ou fazer questionamentos quando não tiver entendido uma pergunta, por exemplo. Sorria, seja simpática 🙂

Faça tudo o que estiver ao seu alcance fazer ANTES da entrevista, e lembre-se que no mundo profissional, nem sempre o melhor e mais qualificado candidato é necessariamente o escolhido para a vaga. As empresas buscam profissionais ideais para vagas específicas, e pode ser que em algumas situações, nosso perfil não é o mais adequado para determinada oportunidade.

O “não, você não passou” também faz parte, e o caminho é sempre o aperfeiçoamento pessoal e profissional, e a busca de oportunidades que melhor aproveitarão nossas experiências e competências.

É isto! Sucesso pra vocês e aproveitem as dicas! =***

Erros de gravação e retrospectiva – as melhores dicas que pintaram por aqui EM 2012!

Espero que este vídeo chegue em boa hora =)

Um beijo grande e divirtam-se!!

Pequeno manual de etiqueta para resolver alguns impasses do Natal ;)

Em tese, as festas de final de ano e principalmente o Natal em si, deveriam ser interpretadas e vividas como datas de suprema tranquilidade, alegria, paz e muito conforto. Sobretudo por se tratar de uma época primordialmente celebrada junto àqueles que nos são muito queridos e íntimos, acredito que os *procedimentos* seriam mais fáceis e até mesmo mais interessantes, se usássemos da liberdade e espontaneidade que temos uns com os outros, em nossas relações familiares e de amizade em geral.

O problema é que na maior parte do tempo, ser livre e espontâneo representa uma estranha ameaça à vida e convivência social. É uma triste constatação, mas nosso melindre e egoísmo nos roubam o direito de agirmos exclusivamente conforme mandam os sentimentos e a alma… E é em razão desta natureza implacável, e da capacidade de o ser humano sempre complicar tudo o quer era pra ser simples e natural – é que acabamos criando um código (velado, lógico) que estabelece o *certo e o errado* o *aceitável e o inadmissível* e o *educado e o grosseiro* nos momentos das decisões.

E é claro (e ninguém discorda disso), que um pouco de regras e boas maneiras são sempre as melhores ferramentas para sabermos como nos comportarmos e nos dirigirmos às pessoas, preservando a integridade do momento e principalmente os nossos sentimentos e os dos outros também.

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Bom, indo direto ao ponto… Felizmente ou infelizmente (você decide), as festas de final de ano estão sempre muito ligadas a dar e receber presentes. Eu inclusive tenho minhas ressalvas pessoais quanto a este comportamento, por se tratar de uma época que gera grandes níveis de endividamento da população, além de não ter absolutamente nada a ver com o verdadeiro sentido do Natal. Mas isto é assunto para um outro post… 😉

Por hora, a pergunta é: na prática, como devemos decidir pra quem dar presentes e o que exatamente dar?

TÓPICO 1: PRESENTES

– Primeiramente para os mais chegados e íntimos, com quem temos mais convivência e relacionamento. Entretanto, é sempre muito delicado e de bom gosto, presentear também prestadores de serviços com lembranças que expressem afeto e gratidão – como um chocotone bacana para o porteiro, por exemplo. (eu com minha obsessão por chocotones, né?? kkkkkkkk)

– Quanto à festa e ceia de Natal, eu adoro uma dica que o consultor Fábio Arruda deu numa entrevista, de levar um mimo para as crianças (balas, chocolates, etc) e um vinho, por exemplo, para os anfitriões. Não precisamos nos preocupar em levar presentes para todos os convidados da festa, porque com um gesto destes, já demonstramos nosso carinho e consideração por termos sido convidados para aquele momento de comunhão.

– Repetir presente, pode? Bom, vou dar minha opinião pessoal aqui… Eu sou o tipo de pessoa que é capaz de ficar num shopping durante 4 horas procurando *O* presente pra alguém. Adoro pensar que meu amigo ou familiar, irá ganhar algo que goste muito ou que esteja realmente precisando… E quando a gente repete os presentes todo ano, a impressão que fica é que presentear as pessoas se tornou algo chato e cansativo demais, sabe? :/

Por isso, minha dica pessoal é não se ater ao valor do presente, e sim à sua intenção com aquele presente. Se no ano passado você deu uma camisa, pense neste ano, em dar um DVD com versão estendida e curiosidades sobre aquele filme que você sabe que a pessoa adora! Seja perspicaz, e use da sua intimidade para *sacar* o que seria um presente legal para o perfil daquela pessoa…

The Fine Art Of Exchanging Gifts

Uma maneira de você inclusive demonstrar sua consideração seja dando um presente de cinco ou duzentos reais, é escrever no cartão o que o presente sozinho não diz: seus sentimentos ❤

– Mas se a grana estiver realmente muito curta, uma lembrança para toda a família, ao invés de presentes individuais, também é uma excelente dica. Daí você anexa o cartão com os nomes dos membros daquela família, e escreve suas palavras de afeto e gratidão 😉

– Todo mundo se preocupa em não ser mal visto por dar um presente muito baratinho… Mas dar presentes muito caros também não é exatamente elegante, porque a gente acaba constrangendo a outra pessoa, que se sente na obrigação de retribuir à altura. Em geral,  a regra é: presentes muito caros e de grande valor material, somente para os íntimos MESMO.

– E presente no trabalho, como que faz?? Obviamente que você não tem como obrigação sair distribuindo presentes pra todos os seus colegas de trabalho; mas se você quiser agradar à sua equipe, o ideal é escolher uma pequena  lembrança IGUAL pra todos com um bonito cartão pessoal: simples e chique 😉

– Agora, gente… eu preciso falar!! Nada de chegar pra pessoa e proferir aquela frase INFAME: é só uma lembrancinha!! A gente precisa se policiar, porque esta frase já está plantada na mente da gente! Não se deprecie e nem coloque a outra pessoa numa situação constrangedora… Dê um abraço sincero, agradeça e fale os seus sentimentos. No máximo (e isto é super permitido), reforce a liberdade que a pessoa terá se quiser trocar o presente.

E para finalizarmos este primeiro tópico, minha dica é que você não torne a compra dos seus presentes num pesadelo. Se você realmente não sabe o que dar e se encontra à beira de um colapso nervoso, não se preocupe: compre algo coringa como uma bela caixa de chocolates, um arranjo bem LINDO de flores, ou um vinho legal,  e invista nos detalhes como uma embalagem diferenciada e um cartão mega lindo escrito por você!

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TÓPICO 2: RECEBENDO AS PESSOAS NA NOITE DE NATAL

Gente, não sejamos hipócritas: todo mundo quer tirar nota 10 na arte da recepção! Eu às vezes sou muito relapsa neste quesito e vivo tomando puxões de orelha da minha mãe, que é uma anfitriã de MÃO CHEIA!

– Primeiramente, é preciso convidar as pessoas, e convidar direito! Nada de e-mail, SMS ou Facebook: é convidar pessoalmente ou falar por telefone mesmo.

– Pode ser que a gente tenha um pouco de receio nestes momentos, mas pedir para o convidado trazer um prato ou uma bebida é aceitável, principalmente se ele se oferecer a ajudar. Daí a gente pergunta o que seria mais tranquilo e confortável para ele trazer no dia da ceia.

– Quanto ao local da ceia (limpeza, decoração, etc), eu sou da seguinte opinião: quanto menos objetos e penduricalhos, mais espaço teremos sobrando, e mais à vontade os convidados vão ficar. Este negócio de muita coisa pela casa inteira, acaba atrapalhando a circulação de pessoas e dá aquela sensação de lugar cheio e abafado demais, sabe?

O mesmo vale pra decoração: algo sóbrio, de bom gosto, mas que não vai *poluir* visualmente o ambiente 😉

– Agora, eu tenho uma dica que eu vejo minha mãe fazer todo ano: pensar nas crianças!! Ela SEMPRE reserva um cantinho com coisinhas que as crianças adoram, pra que elas tenham um *point* onde possam passar tempo com a garotada, se divertirem e não mexerem no que não devem! (kkkkkkkkkkkk)

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– Quanto ao horário da ceia, algumas famílias gostam de servir à meia noite ou um pouco antes, às 22h, por exemplo. O importante é que seus convidados saibam disso, pra não emburrarem a cara porque estão cansados de esperar… No que depender de *vós*, sirva tudo no horário e fresquinho, porque convidado com fome ESTRAGA qualquer festa! #aiquehorror

A ceia de Natal é um momento para colocar o papo em dia, conversar, ter comunhão e confraternizar! Pelo amor de Deus, larga seu tablet ou celular no silencioso, no fundo da bolsa, pra não cair nesta de tuitar ou ficar postando o resultado parcial da Telesena toda hora no Facebook#prontofalei

– Gente, eu preciso falar sobre a música também… Minha cunhada tem um hábito que eu acho o MÁXIMO e que quero copiar quando eu tiver meus filhos: É Natal? Então nós vamos colocar um repertório de músicas natalinas! É aniversário de criança? Então nós vamos colocar um repertório apropriado para crianças! É um jantar francês? (como ela já fez pra gente uma vez!!) Então vamos colocar um repertório somente de músicas francesas!

Eu realmente acho esta postura muito legal e proveitosa! E embora eu saiba que muitas pessoas não curtem um repertório tão específico, acredito que a gente precisa pelo menos pensar num fundo musical que dê pra conversar sem gritar (atenção ao volume!!), e que não contenha músicas de letras ofensivas e degradantes impróprias para um ambiente tão puro e familiar. #prontofalei

Meu Deus, este post está gigante!! Mas é porque este assunto não tem fim! Vou deixar pra vocês continuarem o texto aí nos comentários, dividindo com a gente suas dicas de etiqueta e segredinhos de família para o Natal!

Te espero!! Beijinhos!!

Escolhendo uma carreira profissional: nada é definitivo ou pra sempre.

Uma porção considerável da audiência do blog dianasaid.com, é composta por meninas mais novas, com idade menor ou igual a 20 anos, que ainda estudam e moram com os pais.

Neste momento, muitas delas se encontram diante do que consideramos decisões grandes e importantes, que podem inclusive impactar os próximos anos de suas vidas (positiva ou negativamente), através de seus frutos e consequências que somente o futuro revelará a seu tempo certo.

O que vejo infelizmente, é que em muitas sociedades, a escolha de uma carreira promissora e bem-sucedida, ainda é tida como a maior e mais essencial decisão que alguém deve tomar na vida… como se *o ato de viver* dependesse fundamentalmente do aprendizado e exercício de uma profissão, de preferência notória e bem remunerada.

Tanto isto é verdade, que diversas vezes nos pegamos *medindo* as pessoas pela profissão que exercem ou pelo lugar onde trabalham. Um dia desses, perguntei a um colega de faculdade se a fulana que tinha sido da nossa sala estava bem, e ele me respondeu sem nem piscar os olhos: Ela ocupa o cargo X na empresa Y.

Ou seja: por silogismo, ele quis que eu deduzisse que quem ocupa o cargo X na empresa Y, inevitavelmente, sem sombra de dúvidas, no mínimo, está muito muito muito bem.

E enquanto esta for a medida, continuaremos formando todos os anos, turmas e mais turmas de jovens imaturos e ambiciosos, que depois de alguns meses de mercado de trabalho, já começam a se dar conta de que não poderiam estar na profissão mais errada do que aquela que eles próprios escolheram, ou que talvez *escolheram* pra eles.

Por isso, na minha opinião, o jovem deve observar alguns princípios no momento em que começa a pensar em sua carreira profissional:

1) Esquece isso de sucesso e notoriedade porque estes são valores consequentes do seu trabalho e dedicação, que não vêm pregados de brinde na carreira que você escolher.

2) Esquece isso de *eu preciso entrar na faculdade com 17 anos*, e não se incomode em adiar esta decisão em um ou dois anos, caso esteja realmente confusa e perdida. Mas não estou falando em um dois anos de completo ócio e preguiça, okay? Vá explorar as possibilidades e aplicar seu tempo em cursos gratuitos, e outras tentativas que te ajudarão a chegar no próximo princípio 😉

3) Foque em descobrir seu talento e vocação, para que assim você escolha um caminho que te ajudará a desenvolver e profissionalizar este talento e vocação.

4) Lembre-se que ao longo da vida, esta carreira que você escolheu poderá ser re-orientada para outras áreas conforme seu desejo ou oportunidades de mercado.

5) Pesquise as carreiras, mas não se esqueça de pesquisar as grades curriculares com as disciplinas estudadas durante os cursos (universitários, profissionalizantes, técnicos, etc). Se não houver esta afinidade, seus anos de estudos poderão se tornar improdutivos e desinteressantes. Ou seja: você não absorverá o conteúdo, e fatalmente se tornará um profissional mediano em sua atuação.

Se você observa estes princípios e se desprende deste monte de estereótipos e receitas prontas que encontramos por aí, você poderá se deparar com um panorama novo e diferente quanto à remuneração desta carreira escolhida. Você não precisará se limitar a fazer isto ou aquilo como todos os outros profissionais da sua área, ou trabalhar nesta ou naquela empresa como a maioria dos seus colegas de classe…

Um profissional talentoso, devidamente instrumentalizado, livre da crítica social e da necessidade de status e reconhecimento, é um profissional com uma mente renovada, que cria novos negócios e faz contribuições importantes para a sua área de conhecimento e para o desenvolvimento da sociedade como um todo.

Este profissional é involuntariamente reconhecido, aplaudido e bem remunerado, mas não porque sua busca inicial e obstinada foi por reconhecimento, aplauso e boa remuneração… mas justamente porque, ao se desprender desta necessidade tão simplória, ele se pôs livre para enxergar e escolher com calma e estratégia, o caminho que melhor aproveitasse e desenvolvesse sua vocação e talento – dentro de um contexto de época, de um momento econômico, de uma direção cultural, social, etc…

Analise o mundo, e pense em como uma competência sua poderia ser aproveitada. Procure um orientador vocacional para te ajudar a chegar à máxima “eu sou bom NISTO”.

Não olhe para o status do diploma. Olhe para as mudanças e melhorias que você poderá construir como legado… Olhe para a sua comunidade, para o seu estado, para o seu país e, por que não, para o mundo. Porque conhecimento aplaudido e pregado numa parede não presta pra absolutamente nada. Conhecimento é o que você faz e transforma com ele…

Inclusive, talvez a escolha de uma carreira devesse obrigatoriamente vir seguida da escolha de uma mudança a ser realizada na sociedade. Porque o vestibular e suas infinitas horas de prova num local tenso e fechado, é no máximo um teste de força e resistência, e não uma seleção que se possa levar a sério. Eu pelo menos reluto, e não concordo com este método… (se fosse tão eficiente, os países de primeiro mundo o adotariam).

Bom… mas enquanto isto, pense nesta mudança que você gostaria que acontecesse na sociedade através do seu trabalho e dedicação,  e se coloque a buscar o caminho que te capacitará pra isso.

Lembre-se que todo aquele que procura acha… E no meu caso, minha busca acontece sempre de joelhos, pra que a minha carreira seja um instrumento forte da parcela de participação que tenho nos planos de Deus.

Espero que você busque e que você encontre =)