NOVO VÍDEO: Um minuto e meio de erros de gravações!

Ei, gente!!

Estou fazendo uma limpa geral no meu computador e resolvi dividir com vocês algumas imagens antes de deletá-las definitivamente!rsss

É só pra gente dar umas risadas e descontrair um pouco até a publicação dos vídeos da próxima semana :) (pra quem curte, já adianto que um deles será Upgrade de Imagem… já está gravado e editado!) Espero que gostem!!

Beijo grande e até breve!! =**

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Erros de gravação e retrospectiva – as melhores dicas que pintaram por aqui EM 2012!

Espero que este vídeo chegue em boa hora =)

Um beijo grande e divirtam-se!!

Manias e esquisitices! Quais são as suas?

Manias e esquisitices são aquelas coisinhas que estamos sempre fazendo sem perceber, e que acabam nos tornando pessoas únicas, exclusivas e incomparáveis! Bastam apenas alguns minutos de “auto”-observação para identificarmos estes comportamentos e cairmos na gargalhada sozinhos =)

Eu, por exemplo, sou bastante conhecida por:

1) Não calar a boca na hora do filme. Nos primeiros minutos, eu preciso fazer todo um reconhecimento do elenco, dizendo em voz alta quem são os atores, e por quais personagens eles são conhecidos e famosos. Exemplo: “Olha, amor! É o Bruce Wayne do Batman! (Christian Bale). Olha, amor! É o Leonidas do 300! (Gerard Butler). Olha, amor! É a Ripley do Alien! (Sigourney Weaver).”

E não sendo isto suficiente, eu trato de passar o filme inteiro tentando desvendar a trama, fazendo (em voz alta, é claro) todo tipo de cruzamento de informações e dados apresentados até o momento, além de ficar inventando finais possíveis e fantasiosos da minha cabeça, bem antes de o filme terminar. Tudo isto em voz alta. (E em 80% das vezes, eu acerto!!)

2) Nunca ligar o celular. Além de esquecê-lo em casa todas as vezes em que vou sair, eu ainda consigo deixá-lo desligado quase que permanentemente. E quando eu caio em mim e vou correndo ligar o bendito, ninguém me liga! #sad

3) Confundir os fatos. Eu tenho um problema que é assim: não sei que nó eu dou na minha cabeça, que eu acabo misturando um acontecimento no outro, a ponto de já não conseguir discernir o que é verdade, e o que é fruto da minha imaginação.

Uma vez, eu e meu marido fomos padrinhos de um casamento que aconteceu em outra cidade… A gente se atrapalhou tanto no caminho de ida, que perdemos toda a cerimônia e só conseguimos chegar para a festa, na maior cara de pau. Passados alguns anos, estamos nós numa festa de aniversário, quando chega o “tal” casal de amigos do Dalton… Eu disparo a falar sobre o  dia do casamento deles, como ficamos honrados em ser padrinhos, como ficamos perdidos, a nossa cara de pau de só chegarmos pra festa, como tudo foi tão engraçado, como a festa deles foi ótima e divertida, etc, etc, etc.

Okay. Quando chegamos em casa, meu marido vira pra mim e diz: “Amor, a gente foi padrinho de casamento de um ouuuuuuuutro casal, e não do fulano e da siclana com quem você estava conversando lá no aniversário. Você está confundindo os casamentos.” Daí eu disse: “Ah sim! Então foi por isso que eles ficaram calados com aquela cara de que não estavam entendendo nada!”

4) Nunca estar com o horário certo no relógio. Impressionante! Meu relógio sempre está ou no horário de verão, ou 30 minutos adiantado/atrasado, ou parado. Daí quando alguém me pergunta as horas na rua, eu preciso fazer altos cálculos de cabeça pra saber informar pelo menos um valor aproximado daquele horário. Tipo, “são aproximadamente 10h15 no momento”.

5) Assistir filmes e seriados repetidos. Decoro as falas, memorizo as cenas e tenho emoções super espontâneas mesmo sabendo de tudo o que vai acontecer na trama. Só pra vocês terem uma idéia: já assisti às seis temporadas do LOST, no mínimo quatro vezes.

6) Interagir com a televisão. A TV fala de lá, e eu falo de cá! Comento as notícias, xingo os políticos, avalio o figurino dos jornalistas, dou conselhos! A conversa é tão interativa, que até fica parecendo que tem umas oito pessoas na sala junto comigo.

7) Comer de maneira sistemática. Quando vou me preparar para alguma atividade que levará várias horas, eu já penso logo no que vou comer quando estiver com fome. Daí, mesmo sem nenhum apetite, eu vou pra cozinha e preparo meu lanchinho completo pra não ter que me levantar depois. O resultado desta comilança sistemática são pratos, talheres e bowls espalhados por todos os cantos da casa.

8) Cumprimentar e despedir com palavras inventadas. Ao invés de eu falar: “Ei, fulano, tudo bem?“, eu digo “Ei, fulano, tudo??” Ao invés de dizer “Tudo jóia??” eu digo “Tudo xóia??” Ao invés de dizer “Um beijo!” eu  digo “Um peixu!” Ao invés de dizer “Oi amiga!” eu digo “Oi amica!”

9) Fazer vozes. De tempos em tempos, vou criando novas vozes para variar meu repertório! A mais usada é aquela famosa voz infantil que a gente faz pra conversar com criança, sabe?? E meu sobrinho pré-adolescente tipo O-D-E-I-A quando eu uso esta voz! kkkkkkkkkkkkkkkkk

10) Escrever e colecionar cadernos. Eu só escrevo no computador quando vou publicar novas postagens no blog. Todo o resto, eu escrevo em cadernos com lapiseira PENTEL 0.5 (porque não gosto de escrever com canetas). Atualmente, tenho uns 6 cadernos escritos de capa-a-capa. Num futuro próximo, pretendo digitalizá-los para a posteridade.rsss

Nossa, dá pra ficar uma vida inteira aqui contando minhas manias e esquisitices! Mas agora eu quero saber: quais são as suas mania e esquisitices??

10 coisas que me irritam! #prontofalei

1) Embalagens difíceis de abrir. Minha vontade é de jogar o produto no lixo, fechado.

2) Convites de aplicativos do Facebook. Minha vontade, a esta altura do campeonato, é “me” excluir do Facebook.

3) Piadinhas e indiretas direcionadas a mim porque sou cristã. Minha vontade é sentar com a pessoa e pregar pra ela durante 18 horas.

4) Apresentadores de TV que não deixam o convidado falar. Nossa, minha vontade é que o apresentador seja exilado num país comunista do leste europeu (existe?rs) pra sempre.

5) Pessoas que ficam me reparando descaradamente. Minha vontade é olhar pra pessoa e perguntar: “Pois não? May I help you??”

6) Cantadas de homens desocupados na rua. Minha vontade é de parar, olhar pro sujeito e dizer: “É melhor você correr, porque se eu te alcançar……………..”

7) Gente que pede as coisas miando com voz de choro pra você ficar com dó. Minha vontade é de falar: “Meu detector de chatice está apitando aqui, só um minuto…”

8) Computador lento, que só sabe dizer “NOT RESPONDING”. Minha vontade é de virar para o computador e dizer: “Não te perguntei nada pra você ficar nessa de not responding!

9) Torcedor fanático que vai até a janela para comemorar o gol do time com palavrões. Minha vontade é de passar uma cola superbonder na boca da pessoa, porque as crianças e famílias do prédio não são obrigadas a conviverem com isso.

10) Atendimento com má vontade e cara feia. Minha vontade é de chamar um outro vendedor que está pendurado para bater sua meta, e dizer: “Meu bem, hoje é seu dia de sorte! Ganhei na Mega Sena e vou comprar a loja inteira (e a comissão é toda sua!!)”

Conversa totalmente aleatória, minha semana… e você, tudo bem? rs

Estou eu aqui, gripada, com garganta inflamada, voz de panicat, passando a pastilha de cloridrato de benzidamina e muito, mas muito papel higiênico… (Acho que o saldo já é de um rolo).

Daí, meu lindo e amado esposo me traz rosas e um singelo saquinho de M&M de amendoim, que logo atuam como coadjuvantes do tratamento “sintomático” da gripe (tá escrito desse jeitinho na bula.rs), ao lado do paracetamol e do cloridrato de benzidamina que jamais proporcionarão a melhora clínica e psicológica que só as rosas e os M&M’s de amendoim são capazes de proporcionar.

Os médicos deveriam prescrever “rosas de 6 em 6 horas, e 5 M&M’s de amendoim após cada refeição”. Pronto! Descoberta a cura da gripe!

Recebo então a visita sempre muito bem-vinda, divertida e agradável da minha irmã, que dirige mais de 10km pra vir aqui do lado da minha casa comprar um pincel, que segundo ela só poderia encontrar aqui e em nenhum outro lugar dessa cidade… Unhum, sei… Acho que ela queria mesmo era me ver, e inventou essa desculpa :D :D

Pois eu achei ótima essa desculpa, porque quando juntamos nós duas, não tem quem não estranhe nosso comportamento eufórico e até um pouco “acriançado” demais para a nossa idade (gente, já passamos dos 25, ora!!).

Inclusive, teve um dia em que ela veio à minha casa para cortar meus cabelos, e meu marido e minha cunhada (que também estavam presentes) não conseguiam entender do que tanto falávamos e ríamos. Foram 4 horas conversando e rindo, e 15 min. cortando os cabelos.

Pois nesta última visita, não foi diferente… Batemos perna pelo bairro, dando um bafo por esquina e em cada loja que entrávamos! As vendedoras caem na gargalhada e até falam: “nossa, vocês são ótimas!”

Tudo porque eu queria um brinco de R$ 2,00 semelhante a um anterior que eu havia comprado na semana passada com minha mãe nesta mesma loja, e que agora de repente já não estava mais no mesmo expositor onde eu encontrei esta pechincha inacreditável!

Pois eu estava determinada, e coloquei todo mundo da loja pra me ajudar a encontrar a fonte dos brincos de R$ 2,00! E dei as instruções “quem encontrar primeiro, grita – achei!”. Enfim. Acabei levando um de R$ 4,00, pelo empenho e atenção de toda a loja dispensados à minha pessoa, e à pessoa da minha irmã.

(Sobretudo num momento específico em que eu tentava descrever o tal brinco que queria… “Meninas, ele é meio grego… meio medieval…” Nota 10 para o meu senso de humor, e zero para minha capacidade de análise  e observação histórica. Grécia e Idade Média?? What??)

É até engraçado, porque sempre que tenho estes encontros com as mulheres que fazem parte da minha vida (irmã, mãe, cunhadas, amigas, primas, vocês :) parece que voltamos aos tempos de escola, naqueles dias em que o horário começava com uma aula de Ed. Física – recheada de muita risaiada e descontração – e de repente seguia com as demais disciplinas que demandavam silêncio, raciocínio e reflexão. #rimou

Não sei exatamente como, mas me lembro de conversas que começaram com temas do tipo “a partir de que idade o bumbum começa a cair”, ou “qual o melhor pincel para marcar o côncavo”, e terminaram com reflexões profundas a respeito do mundo contemporâneo, o amor de Jesus e o papel da mulher no casamento e na sociedade.

Seria praticamente uma versão atualizada daqueles banquetes que os filósofos promoviam para discursarem – um de cada vez – sobre temáticas específicas; porém com pequenas adaptações: nossa versão é bem mais legal e interativa, principalmente porque a gente fala de tudo um pouco, e todas de uma vez, a uma só voz, sem qualquer ordem! kkkkkkkkkk

Acho que talvez seja este o motivo de eu nunca ter sido muito apreciadora de boates e casas noturnas… são lugares onde as pessoas não vão pra conversar.rsss

E embora eu goste muito de dançar (ritmos e letras decentes), eu simplesmente não consigo dançar por horas ininterruptas e adentrar a madrugada na pista… Ao passo que se for pra bater um papo gostoso e dar boas risadas,tô dentríssimo!

Sei lá… é que quando analiso os momentos de felicidade genuína da vida de uma pessoa - aqueles momentos em que nos sentimos felizes de graça, sem que nada de excepcional ou extraordinário esteja  acontecendo – observo que sempre tem uma boa conversa ou um papo legal envolvidos nesta cena de felicidade.

Porque a conversa edifica a quem fala, e a quem ouve, independente do assunto. Não pelas palavras ou argumentos em si, mas pelo gesto de desprendimento de dar e receber uma atenção, um afago…

E ainda bem que minha dermatologista já até me passou um anti-idade para a região dos lábios, porque ela mais do que ninguém já sabe o tanto que gosto de conversar… :D

Não sei como terminar este post… Porque eu ainda tenho muito assunto, e poderia continuar falando por parágrafos e mais parágrafos! kkkkkkkk

Bom… Eu vou, mas eu volto…!! Até breve, amigas!! =***

Pequenos micos e casos engraçados que já protagonizei na vida :D

Olá amigas!

Sabe aquelas noites em que temos muita dificuldade para pegar no sono, e todos os tipos de pensamentos mais inevitáveis resolvem fervilhar na mente contra a nossa vontade?? Pois é. Uma noite dessas aí, estava eu tentando pegar no sono, acalmando o corpo e os pensamentos através do controle da respiração e da oração ao meu Deus maravilhoso, quando, de repente, comecei a lembrar de um monte de micos que já paguei, altos casos engraçados!!!

Tive que levantar da cama e procurar um lugar na casa pra poder rir mais à vontade,  porque não queria acordar meu marido!

Peguei meu caderno e uma caneta, e comecei anotar alguns que fui lembrando, porque eu senti que precisava compartilhar isso aqui no blog! Vamos lá??? kkkkkkkk

MICO 1 - Cheguei no velório de uma pessoa, procurei a mãe do falecido, e ao invés de dizer “meus pêsames, meus sentimentos”, eu disse “meus parabéns”!

MICO 2 - No casamento da minha cunhada (que aconteceu num lindo sítio), ela me pede para colocar um arranjo de flor em seus cabelos, para arrematar a produção da noiva. Eu, toda satisfeita, me sentindo honrada, coloco o arranjo, seguro tudo com grampos e digo que preciso de uma tesoura para cortar o cabinho da flor que ficou aparecendo. A tesoura aparece, e quando vou cortar o cabinho da flor, consegui cortar um pedação do cabelo da noiva.

MICO 3 - Andando pelo shopping, uma promotora da Seda me entrega uma amostra de alguma coisa para passar no cabelo. Chego em casa, lavo os cabelos e penso: Vou passar o leavin que ganhei de amostra no Shopping! Abro o sachê e começo a passar todo o produto no cabelo inteiro. Meu cabelo começou a espumar e ficar duro. Fui no lixo ler a embalagem, e estava escrito “AMOSTRA DE XAMPU”.

MICO 4 - Fui a uma loja de decoração com a minha mãe, e tinha umas “maletas/malas” no chão da loja, lindas e graciosas! Peguei uma delas, coloquei no ombro e fui perguntar a vendedora o preço da “bolsa”. Ela nem quis falar o preço, porque o mais importante era me avisar que aquilo não era uma “bolsa” e sim um objeto de decoração. A loja estava cheia, e eu andei bastante pra lá e pra cá com a tal “bolsa” no ombro.

MICO 5 - Fui assessora do principal executivo de uma empresa. Ele estava em Brasília, numa reunião ultra-mega-power importante com gente mais ultra-mega-power importante ainda. Daí eu li uma notícia no jornal da Folha que falava sobre homossexualismo, e quis mandar para um amigo meu cujo nome começava com a mesma letra do nome deste executivo. Mandei o e-mail para o meu chefe acidentalmente. Quando percebi a gravidade do meu ato, fiquei branca, quase desmaiei na sala, liguei pra TI implorando por uma solução que desfizesse o absurdo que eu tinha feito, fiquei sem comer o dia inteiro, já comecei a procurar outro emprego…

Lá em Brasília, meu chefe recebe o e-mail no Blackberry e dá uma crise de risos na frente de todo mundo… a reunião pára e ele é obrigado a mostrar o e-mail que eu mandei a todos os presentes. Fizeram muita chacota dele, porque todos pensaram que no fundo, eu sabia de um segredo oculto a respeito da sexualidade dele, e que aquele e-mail era a prova de tudo.

Quando ele chegou em BH, fui correndo à sala dele para pedir perdão pelo ocorrido, e ele deu outra crise de risos.

Com certeza já paguei muitos outros micos, e sempre que me lembrar de mais casos engraçados, com certeza virei aqui para contar! Agora, me digam: quais os micos que vocês já pagaram na vida??? kkkkkkkkkk

Quero saber! Me contem! Bjkas!! =***

Beautiful in the rain: Um guia de sobrevivência para encarar as águas de março!

A menos que você seja a Bruna Fernandes que estudou comigo na PUC, você infelizmente não teve a chance presenciar o tombo mais épico e memorável de toda a minha vida. A chuva caindo, o ônibus cheio, eu no degrau, eu no asfalto… #Tragic!

Todo o glamour do salto alto e da minha saia de cintura alta combinando com a pasta de couro que eu tinha acabado de ganhar, se dissiparam como neblina naquele momento. O saldo? Os dois joelhos ralados e uma unha do pé quebrada.

Quando minha vida se resumia a trabalhar o dia todo e estudar de noite, meus principais inimigos eram 1) as calçadas de Belo Horizonte que comiam todos os meus saltos com angu e me faziam tropeçar ou cair a cada 100 metros; e 2) a distinta chuva molha-peão que tem hora marcada pra cair: às exatas 17h/18h quando nós trabalhadores estamos fechando o expediente.

Não tem jeito…  por mais relaxante e providencial que a chuva possa parecer, é impressionante como ela e os grandes centros urbanos simplesmente não combinam. Basta chover pra toda a nossa vida prática piorar… Ela muda toda a nossa rotina, incluindo aquela rotina básica de beleza que toda mulher tem antes de sair de casa.

E como as águas de março estão aí fechando o verão, venho dividir com vocês algumas dicas práticas para sobreviver a estes dias com o mesmo estilo e elegância que temos nos demais dias sequinhos =)

1) O CABELO

Quando o dia já amanhece chuvoso ou até mesmo com aquela garoa fina (o pesadelo pra aqueles fiozinhos arrepiados!), evite lavar os cabelos antes de sair de casa… Como é bastante provável que ele não vá secar direito ao longo do dia devido à umidade do tempo, pode ser que ele fique com aquele aspecto opaco, sem brilho e muito frizzado.

Uma saída interessante é usar um coque baixo bem clássico com as franjas devidamente presas com grampo ou tic-tac; e soltar os cabelos quando chegar em seu destino, passando os dedos principalmente na parte da frente onde ficam os fiozinhos arrepiados. Por que soltar? Porque com o cabelo preso, estes fiozinhos da frente ficam muito evidentes… por isso a dica é justamente “economizar” as madeixas durante o trajeto, e soltá-las quando já tiver chegado ao trabalho. Mas não vai ficar marcado? Pode ser que sim. Se ficar, você ganhará um cabelo chique e ondulado sem nenhum esforço.rs

2) O ROSTO

Não tem jeito de ficar passando muita coisa, senão a make pode virar make de Halloween. Máscara de cílios e delineadores à prova d’água, e na pele, no máximo um blush pra manter o ar de saúde (porque é impressionante como que o tempo chuvoso deixa tudo tão pálido e sem cor). Você pode até dizer: Mas, calma! Nem está chovendo tanto! Gente, bastam duas gotas daquelas que caem das marquises e toldos direto em nosso rosto, pra estragar e borrar uma maquiagem inteira. Fora a umidade do ar e aquela garoinha fininha… ou seja: moléculas de água ventando direto em nosso rosto. Às vezes eu penso que chover pouco é pior do que chover muito.rss

De todas as formas, a estratégia é sair de casa com o rosto mais nu, deixando os acabamentos para fazer quando já tiver chegado em seu destino.

3) O CORPO

Evitar calças jeans, sapatos abertos, tênis e agasalhos permeáveis. Por mais que o tênis tenha este apelo do conforto, muitos deles tem acabamento em tecido, e fatalmente absorvem toda a água  da chuva, encharcando a meia e deixando os pés úmidos (e com chulé.kkkkk) o dia inteiro.  No lugar da calça jeans, que demora anos pra secar, escolha uma legging ou qualquer outra calça com tecido fino e leve que você possa usar com um sapato bem fechado como oxford ou a própria bota.

A mesma lógica se aplica ao agasalho: nada de blusas de moletom, lã ou qualquer outro tecido que possa encharcar e te presentear com um resfriado; porque até o momento em que você deixa o trabalho para voltar pra casa, estes tecidos simplesmente não secam.

Por isso, vista a sua roupa normal para o trabalho, e por cima de tudo o que você vestiu, jogue um casaco de couro ou de qualquer outro material que não vá absorver a água, preservando completamente a sua roupa por baixo. (Eu já fiquei um dia INTEIRO no trabalho debaixo de ar-condicionado, com aquela sensação horrível de umidade em todo o corpo.)

4) DISPOSITIVOS

Quer saber se uma mulher é precavida? Investigue toda a sua bolsa… se você encontrar uma sombrinha mesmo que o sol esteja rachando, eis aí um mulher precavida, pronta para lidar com todos os imprevistos do dia!

Eu, pessoalmente, tenho problemas para lidar com sombrinha… Na maioria das vezes, prefiro me molhar a ter que passar por todo o ritual envolvendo usar este dispositivo. Basicamente, o que me irrita na sombrinha é que ela só protege a cabeça (o resto do corpo e a sua bolsa molham normalmente), é um pesadelo pra guardar dentro da bolsa quando está toda encharcada, e não resite às fortes rajadas de vento (ninguém merece ter que ficar lutando com a sombrinha no meio da rua pra evitar que ela te arraste!)… E por esses motivos, eu sou muiiiito mais adepta à capa de chuva que, embora não seja uma peça muito popular no Brasil, é muito mais prática, portátil e, sobretudo, EFICAZ.

Quando crianças, minha irmã e eu usávamos capa de chuva :D A minha era amarela e protegia a minha cabeça com o capuz, minha mochila com os cadernos e livros, e todo o resto do corpo…

Mas se você se entende com sua sombrinha e sabe exatamente como lidar com os chiliques dela (rss), lembre-se de andar sempre com uma sacolinha na bolsa para guardá-la sem danificar os demais itens que você carrega.

Bom, para finalizar, tudo se resume a usar materiais impermeáveis que não vão te deixar molhada o dia inteiro. Você chega ao seu destino, se desfaz do casaco que está por cima (que você inclusive pode secar com um papel toalha), passa este mesmo papel toalha por cima do sapato ou da bota,  solta os cabelos e pronto! ;)

De todos os modos, leve uma toalhinha na bolsa pra qualquer acidente de magnitude maior! rss

Bjkas, meninas, e compartilhem aqui qualquer outra dica que você tenha pra encarar estes dias de chuva!! =***

Brasil, estou de volta (e já faz uma semana!)

Olá Brasil, olá vizinhos fanáticos por futebol que berram palavrões no meu ouvido, olá governo que quer faturar 1/5 dos rendimentos da minha empresa, e do meu suor!! Olá MEC que quer ensinar nossos filhos a falarem o Português todo errado, e ainda espera que a gente ache isso lindo e moderno! Sentiram  minha falta??? :P

Faz uma semana que cheguei e nem dei as caras por aqui, né? Explico:

- Chegamos de viagem no sábado a tarde, exaustos e cheios de malas! No domingo foi dia das mães (que passei com minha amada e querida mãezinha), e segunda-feira viajei para Paraíso, onde fiquei a semana inteira, a trabalho.

Como aventura pouca é bobagem, fui logo emendando Paraíso em Montes Claros (o último destino foi a lazer), e só cheguei em casa mesmo ontem de tardezinha. Ou seja, do dia em que cheguei dos EUA até ontem, só dormi em casa uma única noite! (Como diria minha tia Fátima “Uma loucura!”)

Bom, vamos aos principais bafos da viagem de volta dos EUA:

Primeiro: fazer tudo caber nas malas, mesmo depois de termos adquirido um jogo de 4 malas ALÉM das que já tínhamos levado do Brasil.

- passar pela segurança dos aeroportos. A vontade que dá, é de viajar pelado e sem nada na mão… (muiiiiiito chatooooooo).

- a via sacra pra chegar em BH: New Bedford – Boston – Miami – São Paulo – Belo Horizonte.

Dá tchau pra América, dá? =(

- passageiros em apuros nos vôos Miami-SP e SP-Belo Horizonte. Na segunda situação, estávamos a menos de um metro do passageiro que sofreu um ataque epiléptico, e pudemos acompanhar a pronta e louvável resposta dos três passageiros-médicos a bordo, bem como o completo despreparo dos atendentes da GOL para lidar com uma situação REAL de emergência. #tragic

- o congestionamento nas filas de checkin do aeroporto de Guarulhos. (Copa 2014, aí vamos nós!)

- a implicância da segurança do aeroporto de Guarulhos com o tripé da minha câmera, alegando que poderia ser uma arma usada para “nocautear” o piloto, por exemplo. Detalhe: o tripé é de plástico e alumínio, super leve, e passou pela segurança dos aeroportos americanos. Meu braço é muito mais arma do que um tripé de câmera, logo, devo fazer check in do meu braço?? rssss

Maasss! Como dizia Elvis Presley: depois que passa, é tudo muito engraçado, não é? O que importa é que chegamos muito bem, sem malas perdidas, ou quaisquer outras emoções muito fortes!

Agora preciso arranjar um tempo pra organizar a bagunça de malas, roupas e objetos espalhados por todo canto, que ainda não receberam local designado na casa… (e pra falar a verdade, eu nem estou com pressa pra fazer arrumação nenhuma…rsss)

Até breve, New York!!

Meu ritmo de trabalho e viagens está bastante intenso neste mês de maio e por isso vou me esforçar para permanecer firme aqui no blog. Além dos tutoriais, quero dividir com vocês alguns assuntos mais complexos sobre os quais venho refletindo desde que cheguei dos EUA , como por exemplo, a idéia de família (o sonho mais íntimo e imutável do coração de Deus) a sensação de chegar em casa, do ponto de vista do Reino e do encontro com nosso Criador… ai ai! Mil coisas! :D

Espero encontrá-los aqui muito em breve!

Bjkas =***

P.S. Ah! Depois de matar as saudades da família, amigos e clientes, a melhor parte de ter chegado ao Brasil até agora foi assistir ao Chaves ontem, e bem o meu episódio preferido: Acapulco!!

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Eu sou um com o oceano e suas criaturas…….. NOT!!

Mystic Aquarium / Connecticut

Parabéns pra você que adora os animais, e se interessa pelas criaturas mais bizarras, cheias de pernas e antenas que há no fundo do mar!

Quem me conhece sabe o p-a-v-o-r que eu tenho de todo e qualquer animal da classe dos artrópodes (meu pavor é tal que eu nunca me esqueci dessa aula de Biologia do prof. Clever na Sandoval!). E como a minha barreira está no fato de esses animais terem pernas demais pro meu gosto (e articuladas ainda por cima!!), costumo ter sérios problemas com aracnídeos e crustáceos em geral… tipo… muito sério messssmo. Sei lá! Sou mais amiga das focas, dos golfinhos…

Sobra até pro polvo que nem é da família…  Não gosto de muitas pernas. E sei também que Freud tem uma explicação pra isso… kkkkkkkk

Mystic Aquarium / Connecticut

Só que uma hora na vida, a gente tem que enfrentar nossos medos mais íntimos, e geralmente quando isso acontece, acontece em público… e você não pode dar escândalo ou vexame…

Logo quando fui convidada por essa família mais linda do mundo (Max, Diane, Elizabeth e Mathew) pra comer lagosta com eles na Páscoa, senti um súbito frio na barriga… “Meu Deus! Como será meu encontro com um de meus maiores arqui-rivais!!?? E ainda terei que comê-lo!!”

E você deve estar se perguntando: “Era só você ter falado que não gosta de lagosta!”. Mas aí é que está:

1) Eu nunca tinha comido lagosta pra poder dizer que não gosto. E pior: se alguém pedisse pra explicar porque não gosto da tal da lagosta, não ia ter a menor pista do que dizer… tipo “sei lá, não gosto porque acho a carne…. suculenta demais?”

2) Se eu dissesse de cara que não gosto, teria então que explicar minha aracno-crustáceo-fobia pra todos os presentes na hora do convite, e eu não estava exatamente pronta pra dividir tamanha intimidade minha ali, naquela hora…rsss

3) E a últma razão é: comer lagosta é chique, gente!! E eu queria experimentar essa “chiqueza” toda, mesmo tendo um medo terrível da lagosta! Vai ver era a hora mesmo de eu superar tudo isso em minha vida. kkkkk

Enfim! Nunca imaginei que eu fosse ficar a essa distância de um crustáceo, que eu fosse tocá-lo e ainda comê-lo! (A pobrezinha ainda estava recheada – e que delícia de recheio!!) Adorei brincar de comer lagosta, quebrar as patinhas, fazer bagunça e lambrecar tudo! Ela morreu pra nos proporcionar esses momentos de alegria! Vamos honrar a morte dela comendo toda a carninha que ela nos oferece! kkkkkk

Por isso eu digo: dê uma chance aos crustáceos!!!

Comer lagosta é muito chique! Mas superar medos de infância é mais ainda =)

Bye-bye!

Passeios, manotas e diálogos divertidos em Martha’s Vineyard!

Tudo começou assim…..

Meu sogro, distinto pastor e teólogo que leciona em seminários, havia comentado conosco desde que chegamos aqui nos EUA, a respeito de uma igreja em Martha’s Vineyard onde o mesmo dá aulas a cada 15 dias, etc, etc, etc…

E no meio dos comentários, eu sempre ouvia uma história de tomar uma balsa e fazer a travessia (já que o destino em questão é uma ilha ao sul de Cape Cod), cujo acesso se dá majoritariamente pelo mar… Tá. Até aí tudo bem…

Na minha cabeça interiorana e muito “miqueira”, eu imaginei que a tal “balsa” era tipo uma embarcação simples, uma espécie de canoa (e pra exagerar, vou dizer ainda que pensei que tivéssemos que remar…kkkk), onde pudesse caber talvez umas 5 ou 10 pessoas de cada vez…rsss

Bom, só sei que os dias se passaram e acabei não compartilhando com ninguém essa impressão que tive, inclusive por acreditar que não tinha nada de errado com ela. Até o dia em que meus sogros nos convidaram para fazer um passei até a tal ilha……….

No dia do passeio, fomos nos aproximando do porto e logo comecei a sentir uma vergonha interna, ao me deparar com a balsa que nos levaria até Martha’s Vineyard! Vivi momentos de indecisão: “Conto ou não conto que achei que andaríamos de canoa??” Mas é lógico que pra divertir a família, eu acabei contando!!! kkkkk

Enfim! Essa é a “canoa” que nos levou até Martha’s Vineyard! Pausa para as risadas (………….)

Martha’s Vineyard é uma ilha predominantemente para veraneio, onde celebridades adoram passar suas férias como James Taylor, Barack Obama, Bill Murray, Bill Clinton, Meg Ryan, e por aí vai…

A ilha também é conhecida pela comunidade brasileira que vive lá e trabalha em sua manutenção, pontos turísticos, restaurantes e etc. E dentre estes brasileiros, conheci uma turminha muiiiiiiito bacana e especial! Pastor Eduardo, sua esposa Beth e seus filhos Josafa, Asaf, Abraao e Agatha. Embora a família seja brasileira, os filhos nasceram nos EUA e falam Inglês e Português! A coisa mais fofa desse mundo!!!!!

E lá estavam eles, depois da travessia na “canoa”, nos aguardando na van da alegria pra levar todo mundo pra passear =)

Quando as crianças me viram (2 gêmeos de 7 anos e um pré-adolescente de 11), do lado de fora da van eu já escutei a confusão e todo mundo falando (exceto o de 11 anos, por razões óbvias) “I wanna seat on the girl’s lap” (Quero sentar no colo da menina).rss

Por fim, viramos todos melhores amigos do mundo! E os diálogos ficaram cada vez mais engraçados, porque na cabecinha deles, eu era irmã mais nova do Dalton (meu marido), de 12 anos! rss

DIÁLOGO 01:

Fomos à casa da família, para buscar algumas coisas… Ao sair do carro, um dos gêmeos me pergunta:

Josafa: Com’on! Let’s play outside (Vamos lá! Vamos brincar lá fora!)

Diana: Oh no, I’m too old to play outside (Ah não, estou muito velha pra brincar!)

Josafa: No you’re not! You’re like… 12 years old?? (Não é nada! Você tem uns…. 12 anos??)

DIÁLOGO 02

Dentro do carro, a caminho de Gay Head, peguei minha câmera para verificar a bateria, e os dois vieram quentes querendo ver fotos e brincar com a câmera. Daí eu disse:

Diana: This camera is for adults only. Don’t touch it. (Essa câmera é pra adultos. Não toquem nela)

Asaf: But you’re not an adult. (Mas você não é adulta)

DIÁLOGO 03:

Asaf: I want to kiss you. (Quero te dar um beijo)

Dalton: Who wants to kiss my wife? (Quem quer beijar minha esposa?)

Asaf: Can I kiss your wife? (Posso dar um beijo na sua esposa?)

DIÁLOGO 04:

Asaf: Are you married? (Você é casada?)

Diana: Yes, I am. (Sim, sou)

Asaf: But I wanna marry you. (Mas eu quero casar com você)

Diana: But I’m already married. I do even have a wedding ring, look. (Mas eu já sou casada. Inclusive tenho até aliança, olha).

Asaf: Well, then I guess I’ll just marry somebody else. (Bom, se é assim, vou casar com outra pessoa então).

A mãe dessa turma toda (inclusive desse bebê – Agatha – mais fofo do mundo!) é a jovem de casaco xadrez, Beth, super querida, alto astral e simpática! Adorei passar o dia com eles!! =)

Anteontem fomos a Boston e conhecemos o campus da Harvard… Deixarei para falar melhor sobre Boston mais pra frente depois que voltarmos lá novamente.

Uma coisa que observei, é que as meninas aqui estão usando muito coques altos (daqueles bem estilo Cindy Lauper)… eu adorei! Adoro essas coisas extravagantes…

Acho que o próximo tutorial de cabelo poderia ser sobre coques (não só os extravagantes, mas os clássicos para o trabalho e ocasiões mais formais). O que acham?

Já filmei um tutorial de maquiagem com minha câmera nova, mas não gostei da luminosidade… ficou muiiiiiito claro para o meu gosto, além de o ângulo não estar muito nítido :/ Depois que eu editar, resolvo se posto ou não…

Bom, pessoal… É isso aí! Até a próxima! =***

P.S. As imagens de todas as pessoas nas fotos foram utilizadas com a permissão das mesmas.

P.S. Mantive os diálogos em Inglês também a pedido dos meus amigos americanos que acompanham o blog :)